Por: Assessoria de Imprensa | Publicado em: 28/09/2017 19:22:37

PRÁTICAS DA CASA

Uma prática bem sucedida é aquela em que se percebe o envolvimento, a motivação das pessoas e os bons resultados durante e depois do processo.

Ao propor o Práticas da CASA a Diretoria Técnica lançou aos profissionais da Fundação CASA o desafio de escrever sobre suas experiências. Foi solicitado que escolhessem uma experiência considerada interessante, exitosa e inovadora. Experiência essa que dialogasse com nossas diretrizes e intenções de consolidar um atendimento socioeducativo de qualidade. O desafio foi lançado e aceito por uma boa parte dos servidores.

A partir da leitura de alguns relatos passamos a viver uma experiência intensa de ler, reler, escolher e tornar público aquilo que, talvez, estivesse destinado a ficar entre as quatro paredes de uma sala de aula, de um Centro de Atendimento ou, ainda, somente nas lembranças dos profissionais. 

Coube a Diretoria Técnica a leitura dos relatos. Pudemos perceber, então, que mesmo tendo sido solicitado para que constassem no relato: a prática desenvolvida, o nome dado, os objetivos da ação, os resultados alcançados; nem todos conseguiram garantir esse conteúdo, tornando assim nossa tarefa de seleção e publicização mais difíceis.

Para sermos justos e coerentes na indicação dos relatos achamos por bem complementar as orientações iniciais a fim de qualificar e dar um padrão organizativo aos registros.

Acreditamos que o registro é um dos principais instrumentos para refletir sobre o trabalho desenvolvido. Por isso, anotar as experiências vividas na prática do cotidiano, as descobertas, os aspectos que funcionaram ou não funcionaram durante as atividades permitem pensar sobre o que se fez e sobre o que se pode melhorar.

Com o objetivo de qualificar os próximos relatos, apresentamos a seguir alguns apontamentos realizados pelos especialistas (Anna Helena Altenfelder, Luiz Percival Leme Britto, Maria Tereza Cardia, Zoraide Faustinoni) sobre a temática em questão.

Contar é muito, muito dificultoso. Não pelos anos que se já passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas – de fazer balancê, de se remexerem dos lugares.
(Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas. 1986)

Roteiro para elaboração da prática

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