O Centro de Atendimento Inicial e Provisório (CAIP) Jacarandá, em Franco da Rocha, da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (CASA), vinculada à Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, realizou, em 10 de outubro, uma roda de conversa com os profissionais do centro para sensibilizar os jovens sobre inclusão e acessibilidade para pessoas com deficiência.
Em seguida, os organizadores conduziram uma oficina de pintura, colagem e leitura, explorando a linguagem artística dos adolescentes e os temas discutidos na roda de conversa. As telas produzidas retrataram as dificuldades enfrentadas pela falta de inclusão e estimularam reflexões entre os jovens.
Segundo Vagner Moreira Gomes, coordenador pedagógico do CAIP, os jovens discutiram as barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência. “Um dos adolescentes ficou muito emocionado enquanto desenhava e comentou que, com acessibilidade, as pessoas com deficiência devem sentir-se mais incluídas na sociedade”, relatou.
A equipe responsável pela atividade também incluiu a coordenadora pedagógica Márcia Cristina Derroidi da Silva, a encarregada técnica Jéssica Bezerra da Silva Feitosa e o coordenador de equipe Jocemar Perinott dos Santos.
Para a presidente da Fundação CASA, Claudia Carletto, ações como essa reforçam o compromisso da instituição com o cuidado e a sensibilização. “Nosso papel é oferecer espaços de escuta e acolhimento, mas também preparar os jovens para retomar suas vidas. Ao valorizarmos a vida e fortalecermos a cultura de inclusão e o cuidado com o próximo, damos um passo importante para reintegrar os adolescentes à sociedade e contribuir para um ambiente mais seguro”, destacou.
Sobre a Fundação CASA
A Fundação CASA aplica medidas socioeducativas conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). Atendendo jovens de 12 a 21 anos incompletos em São Paulo, a Fundação executa medidas de privação de liberdade e semiliberdade, determinadas pelo Poder Judiciário, garantindo os direitos previstos em lei, pautando-se na humanização, e contribuindo para o retorno do adolescente ao convívio social.