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Adolescentes da Fundação CASA em Limeira visitam exposição cultural no Museu da Língua Portuguesa

Mostra apresenta trajetória do funk a jovens do CASA Morro Azul e destaca movimento como expressão cultural que vai além da música

26/03/2026
Foto ilustrativa

Jovens visitam exposição no Museu da Língua Portuguesa

Adolescentes da Fundação CASA Morro Azul, em Limeira, participaram, na última quinta-feira (19/3), de uma visita à exposição “Funk: um grito de ousadia e liberdade”, em cartaz no Museu da Língua Portuguesa. A atividade apresentou aos jovens o contexto histórico do gênero e ampliou a compreensão sobre o movimento para além das composições e batidas marcantes.

A exposição percorre a trajetória do ritmo, desde suas origens até a consolidação no Brasil, e reúne elementos que evidenciam sua estética, incluindo vestimentas e acessórios característicos. A proposta foi evidenciar essa manifestação artística como uma expressão cultural completa, que envolve linguagem, identidade e comportamento.

Durante a visita, os participantes também tiveram contato com aspectos da diversidade linguística presentes no idioma, explorando como a língua se manifesta de forma plural em diferentes contextos regionais, culturais e musicais. Apesar de ainda enfrentar preconceitos, o estilo se mantém como um dos mais ouvidos no país e já alcançou projeção no cenário internacional.

A iniciativa reforça a importância do acesso à cultura durante o cumprimento de medidas socioeducativas, contribuindo para o fortalecimento da identidade dos jovens. Presente nas periferias, esse tipo de produção musical retrata vivências cotidianas, aspirações e desafios enfrentados por adolescentes, além de abordar temas sociais relevantes em suas letras.

“Para esses jovens, o acesso à cultura é indispensável para que possamos reinseri-los na sociedade. Música e arte têm grande poder de identificação e podem contribuir nesse processo. Nosso papel é promover essa reintegração de forma responsável, oferecendo oportunidades para que esses adolescentes construam novos caminhos e, assim, também contribuam para uma sociedade mais segura”, afirma a presidente da Fundação CASA, Claudia Carletto.

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