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Adolescentes da Fundação CASA de Itapetininga participam de encontros sobre Justiça Restaurativa

CASA Esperança firma parceria com o Núcleo de Justiça Restaurativa da prefeitura para trabalhar resolução de conflitos por meio do diálogo

18/03/2026
Foto ilustrativa

Jovens participam de dinâmica realizada no primeiro encontro

Jovens em cumprimento de medida socioeducativa no CASA Esperança, centro socioeducativo da Fundação CASA em Itapetininga, participaram na última quinta-feira (12/3) do primeiro de uma série de encontros sobre Justiça Restaurativa a serem promovidos na unidade.

A Justiça Restaurativa é uma abordagem que propõe a resolução de conflitos com foco no diálogo, na responsabilização e na reparação de danos, em vez da punição. No lugar de determinar culpados, a metodologia reúne as partes envolvidas em um conflito para que construam juntas soluções baseadas na escuta, no reconhecimento do impacto das ações e no restabelecimento de vínculos. No contexto socioeducativo, a prática contribui para que os adolescentes desenvolvam habilidades de convivência, empatia e resolução pacífica de conflitos.

A atividade no CASA Esperança é conduzida por facilitadores voluntários do Núcleo de Justiça Restaurativa da Prefeitura de Itapetininga e os encontros acontecerão quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, combinando rodas de conversa, dinâmicas, movimentos circulares e palestras. O encontros terão duração de seis meses.

A coordenadora pedagógica do CASA Esperança, Maria Tereza Cavalheiro Martins, destacou a receptividade dos jovens desde o primeiro encontro. "Os encontros fornecem uma série de saberes e ferramentas para resolução de conflitos, centradas nos novos paradigmas de convívio e de sociedade. O sentimento geral entre os jovens ao final do primeiro encontro foi muito positivo, com eles participando bastante da dinâmica."

Para a presidente da Fundação CASA, Claudia Carletto, aprender a resolver conflitos pelo diálogo é uma habilidade que o adolescente leva para a vida. "A Justiça Restaurativa ensina que é possível encontrar caminhos diferentes para lidar com o conflito. Quando um jovem vivencia isso na prática, dentro do centro, ele está desenvolvendo algo que vai ser fundamental no seu retorno ao convívio social."

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